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O governo federal definiu pela construção de um túnel – e não uma ponte -, afirmou o secretário de Portos e Transportes Aquaviários, Diogo Piloni, durante o Santos Export, conforme artigo publicado no Portogente. Piloni ressaltou que a obra do submerso é financeiramente viável e integra um dos grandes objetivos da desestatização, que é o investimento na infraestrutura portuária do complexo santista: “Os investimentos podem chegar a R$ 16 bilhões em obras, como o aprofundamento do canal e a ligação seca entre as duas margens do Porto de Santos.

O presidente da Autoridade Portuária de Santos, Fernando Biral, explicou que o túnel será financiado com recursos de outorga e do novo administrador do Porto e vai integrar o modelo da desestatização. No dia 5 de outubro, deverá ocorrer a audiência púbica para apresentação do modelo Land Lord Privado.

Casemiro Tércio, consultor do Vou de Túnel, falou sobre a decisão do governo federal. No Portal SEGS, ele reforçou que a qualidade do projeto vem resultando também no apoio dos municípios: “O consenso sobre o túnel como a melhor alternativa para a ligação seca também avança na própria população dos municípios. A petição online disponível no site da Campanha Vou de Túnel ultrapassou a meta de 10 mil assinaturas. O movimento em prol da obra já conta com o importante apoio de 75 empresas e instituições que esperam uma célere construção do túnel imerso e acreditam que a obra fará grande diferença para a população da Baixada Santista e para a economia nacional”, escreveu.

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Portogente / Segs